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Áreas de atuação

Contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia, do balcão ao delivery

A contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia começa pelo caixa: confere se as vendas em cartão, Pix e aplicativos batem com as notas emitidas, separa as bebidas com ICMS retido por substituição tributária conforme as regras da Secretaria da Economia de Goiás e registra a gorjeta na folha. A filial da Noronha Contabilidade no Setor Bueno atende bares, restaurantes, pamonharias e padarias da capital e de Aparecida de Goiânia.

Por onde o dinheiro escapa em bares e restaurantes

Quem tem casa no Setor Marista, no Setor Oeste ou no Jardim Goiás conhece a cena: movimento cheio na sexta, faturamento alto na maquininha e, no fim do mês, pouco dinheiro sobrando. Na maioria das vezes, a diferença está em taxas de cartão não conferidas, comissões de aplicativo, desperdício na cozinha e imposto calculado sobre a base errada.

A contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia existe para tornar esses vazamentos visíveis. Um contador para bar em Goiânia que conhece o setor olha além da guia de imposto: acompanha o custo das compras, a folha e a margem de cada linha de produto, e entrega isso em relatório que o dono consegue ler.

Balcão de bar com chope e petiscos, cliente da contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia
Noronha Contabilidade: contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia

Conciliação de cartões na contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia

O primeiro trabalho mensal é a conciliação. Cruzamos o extrato de cada credenciadora com as notas de consumidor emitidas e com os créditos na conta bancária. Assim aparecem vendas sem nota, antecipações com taxa alta, estornos e repasses atrasados.

Essa conferência também protege a empresa perante o fisco goiano, que recebe das administradoras de cartão as informações de venda de cada estabelecimento. Declarar menos do que a maquininha registrou coloca o restaurante em malha estadual.

Delivery: valor bruto, comissão como despesa

O aplicativo deposita o valor líquido, mas a receita é o total do pedido. Registrar o bruto e lançar comissão e taxa de entrega como despesa mantém o faturamento correto e mostra quanto o delivery realmente rende em comparação com o salão.

Vale-refeição e voucher

Os vouchers de alimentação têm prazo de repasse longo e taxas próprias. Acompanhar esses recebíveis evita que o fluxo de caixa pareça melhor do que é.

Bebidas, ICMS e as regras de Goiás

Cervejas, refrigerantes e outras bebidas costumam entrar na substituição tributária, com o ICMS cobrado antecipadamente de fabricantes e distribuidores. As mercadorias sujeitas ao regime e as margens aplicadas são definidas pela Secretaria da Economia de Goiás, e a lista muda ao longo do tempo.

Para quem está no Simples Nacional, a receita dessas bebidas é declarada separadamente no PGDAS-D, o que retira a parcela de ICMS do cálculo. O mesmo raciocínio vale para produtos com PIS e Cofins concentrados na indústria. Tudo depende de um cadastro com NCM correta no sistema de vendas, que revisamos na entrada do cliente.

Um cadastro de produtos com a NCM certa é o que permite separar bebidas com imposto já retido e não pagar duas vezes.

Equipe, gorjeta e escalas de trabalho

A taxa de serviço na folha é um dos pontos que mais geram dúvida. Os valores cobrados na conta, assim como a gorjeta dada por fora, pertencem aos empregados, integram a remuneração e precisam ser registrados. A forma de rateio entre garçons, cozinha e bar segue o que estabelece a negociação coletiva da categoria.

Além disso, cuidamos de admissão, escalas, horas extras, adicional noturno, férias e rescisões, com envio ao eSocial e à DCTFWeb. Em casas com muitos temporários em época de festas, o registro correto evita passivo trabalhista que costuma aparecer só anos depois.

Padarias, pamonharias e produção própria

Padarias e pamonharias fabricam boa parte do que vendem, e isso muda a leitura do custo. Um escritório contábil para padaria precisa separar produção própria de revenda de industrializados, calcular o custo por receita e controlar perdas diárias, porque a sobra que vai para o lixo é custo real.

Com inventário periódico e fichas técnicas, o CMV deixa de ser estimativa e vira número confiável. É ele que mostra se o preço do pão, da pamonha ou do prato executivo cobre insumo, mão de obra e imposto.

Contabilidade no Setor Bueno para a sua casa

A filial da Noronha fica na Avenida T-4, no Setor Bueno, e atende empresas de Goiânia e de Aparecida de Goiânia. Os documentos são enviados de forma online e o contato é direto com a equipe pelo WhatsApp.

Para quem vai abrir, orientamos a escolha dos CNAEs, a inscrição estadual e o regime tributário. Se a empresa acumulou pendências, conheça a regularização de empresa em Goiânia. Lojas que vendem junto com a cozinha podem ver também a página de comércio em geral.

Conteúdo revisado pela equipe técnica da Noronha Contabilidade. Última atualização: .

As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a análise individual de um contador. Normas tributárias mudam com frequência; confirme a regra vigente para o seu caso com a nossa equipe.

Perguntas frequentes

Dúvidas mais comuns

Vale a pena trocar a contabilidade para bares e restaurantes em Goiânia?

Vale quando o imposto parece alto ou os números não fecham. A troca começa com revisão do cadastro de produtos e da conciliação de vendas, feita sem parar a emissão de notas. Fale com a filial pelo WhatsApp para uma primeira conversa.

O fisco goiano sabe quanto eu vendo no cartão?

Sabe. As administradoras de cartão e meios de pagamento repassam as informações de venda aos estados. Por isso o faturamento declarado deve bater com o que passou nas maquininhas.

Pamonharia pode ficar no Simples Nacional?

Pode, desde que respeite o limite de faturamento e as demais condições do regime. A receita é apurada no anexo ligado à atividade registrada (comércio ou fabricação), e o contador confere o CNAE e o cadastro dos produtos para a apuração sair correta.

A taxa de serviço cobrada na conta é receita do restaurante?

Não. A taxa de serviço é destinada aos empregados e deve ser distribuída a eles e registrada na folha. A lei admite que a empresa retenha uma parte para cobrir encargos, nos limites e condições previstos na legislação e na negociação coletiva.

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